Fotos e Atualidade
Livro -Agroecologia

 

João Daniel fala da importância de livro lançado na UFS na área da agroecologia

Edjane Oliveira, da Agência Alese (www.agenciaalese.se.gov.br)
 
Em seu pronunciamento, o deputado petista João Daniel falou de sua felicidade de ter participado, no último dia 11, do lançamento do livro “Revolução agroecológica: o movimento de camponês a camponês em Cuba”, na Universidade Federal de Sergipe. Segundo ele, estiveram presentes ao evento vários estudiosos, inclusive um dos colaboradores do livro, Fernando Funes, cubano que esteve aqui durante a 1ª Jornada de Camponeses e Camponesas da Área de Agroecologia.

Ele disse que o ato foi organizado pela UFS, através do Departamento de Geografia, juntamente com o movimento da Via Campesina, Movimento dos Trabalhadores Sem-terra, Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA), Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Emdagro), Incra, e da assistência técnica das áreas de reforma agrária. “Um livro, traduzido em português, que é hoje conhecido no mundo inteiro que trata da pedagogia desenvolvida a partir do método onde os camponeses que aprenderam a desenvolver a agroecologia, a defender a questão ambiental, ao não uso de agrotóxicos, a soberania alimentar”, disse.

João Daniel disse que muitas pessoas participaram do lançamento do livro. Na programação, outras atividades foram desenvolvidas, como um debate na Embrapa com estudiosos, pesquisadores, estudantes e movimentos sociais, no dia 12 e no dia seguinte um intercâmbio com visitas a áreas de assentamentos com pesquisadores da Embrapa e o professor cubano Fernando Funes. “Que é um dos fundadores dessa metodologia que tem sido divulgada no Brasil e no mundo inteiro”, completou.

Professores - Ainda em seu discurso, o deputado João Daniel saudou de maneira especial todos os professores e educadores do estado de Sergipe e de todo Brasil, especialmente os da rede municipal, estadual e federal. Aproveitando a data comemorativa, o parlamentar entregou à Mesa Diretora da Assembleia uma cópia de um documentário feito pelo Ministério da Cultura, com a fundação Darci Ribeiro e participação da Fundação e Escola Florestan Fernandes, sobre a vida do professor Florestan Fernandes. “Deixo esse documentário, para que seja exibido na TV Alese”, disse.

 
VIVA A VENEZUELA

     

A reeleição de Chavez
Foi uma vitória continental

Os Editores - 08.Out.12 

 

O povo da Venezuela reelegeu ontem Hugo Chávez.

O resultado - uma confortável vitória por 10 pontos de vantagem - desmentiu as sondagens divulgadas nos EUA e na Europa, que previam um empate técnico.
A campanha eleitoral transcorreu numa atmosfera de permanente tensão, no quadro de uma luta de classes como a América não conhecia desde o Chile da Unidade Popular.
O Plano B - elaborado pela CIA com aprovação do Departamento de Estado - previa que Capriles, o candidato da direita, se proclamasse vencedor no final do dia se os primeiros resultados divulgados revelassem equilíbrio. O objetivo era desencadear imediatamente ações de violência para destabilizar o país com a ajuda de paramilitares colombianos.
Os EUA investiram, indiretamente, centenas de milhões de dólares na campanha anti-Chávez. O governo de Obama, no âmbito da sua estratégia imperial, havia semeado bases militares na América do Sul - Colômbia (8), Paraguai, Curaçau - e enviou para a Região a IV Esquadra.
A campanha de desinformação foi minuciosamente montada. Com poucas exceções, as centenas de jornalistas norte-americanos e europeus que cobriram a eleição qualificaram as três presidências de Chávez como uma soma de fracassos que conduziram o país à beira do caos e também do comunismo. De Capriles Radonski, o candidato da oposição unificada, um multimilionário filho de um emigrante judeu polaco, a  mídia ocidental e a venezuelana (sob controle hegemônico da direita) apresentava o perfil de um social-democrata. Ele afirmava aliás ser admirador de Lula e Dilma Rousseff. Fabricaram um líder inexistente. O ex governador do Estado de Zulia esteve envolvido no golpe de estado de 2002, participou então pessoalmente do ataque à embaixada de Cuba e desempenhou um papel de relevo no lock-out petrolífero assim como em conspirações posteriores.
A participação massiva do povo venezuelano - abstenção inferior a 20% - inviabilizou os planos da direita local e do imperialismo. E Capriles foi obrigado a admitir a sua derrota.
Chávez, no agradecimento ao seu povo, foi sóbrio: definiu a Venezuela «como uma das melhores democracias do mundo».
A Caracas chovem agora felicitações e palavras de estímulo. A primeira chegou da Argentina: Cristina Fernandez saudou a reeleição de Chávez como «vitória nossa, a vitória da América do Sul e das Caraíbas».
A euforia que varre agora o país e os povos latino-americanos implica grandes responsabilidades para a Venezuela Bolivariana. Chávez não ignora os enormes desafios que o esperam.
O processo revolucionário tem dependido excessivamente da sua liderança. A sua saúde inspira preocupações. No Partido Socialista Unificado da Venezuela (PSUV) coexistem tendências contraditórias. Embora minoritária, a corrente que defende reformas compatíveis com o capitalismo tudo faz para levantar obstáculos a medidas revolucionárias que abram caminho ao socialismo. O próprio discurso sobre o «socialismo do século XXI» é uma fonte de situações equívocas.
O imperialismo continua empenhado em destruir a revolução bolivariana. Mas a reeleição de Chavez teve para Washington o significado de uma grande derrota estratégica.
É compreensível o júbilo em todo o mundo das forças progressistas.

OS EDITORES DE ODIARIO.INFO  -

http://www.odiario.info/?p=2638

 

 
Servicio Informativo "Alai-amlatina"

 

 - - Servicio Informativo "Alai-amlatina" - - -

Oligarquía, austeridad y represión

Alberto Rabilotta

ALAI AMLATINA, 03/10/2012.- Sobre la situación en la zona euro (ZE) hay
mucho que decir, pero mejor leer el excelente análisis titulado “Crónica
de una muerte anunciada” de Bernardo Kilksberg, Gran maestro de la
Universidad de Buenos Aires (1), quien además de ser doctor en economía
conoció y vivió la realidad de las políticas de austeridad en su
Argentina natal: “En economía hay muchas incertidumbres, pero una de las
cosas que hoy se saben después de experiencias como las de Argentina y
México en los ’90 y Europa actualmente es cuáles son los efectos de los
ajustes ortodoxos. Son, parafraseando a García Márquez, la “Crónica de
una muerte anunciada”.

Y como dice Kilksberg, la “propuesta ortodoxa es ante todo mala
economía, produce efectos letales. Sin embargo, beneficia a sectores,
particularmente financieros, del uno por ciento que hoy es el dueño de
nada menos que el 43 por ciento del Producto Bruto Mundial y que
necesita de un relato de la economía que lo legitime y proteja sus
intereses”.

Y en materia de protección de sus intereses, agregaría este periodista,
los oligarcas tienen a su servicio los Estados, que cuanto más
endeudados están mayor uso hacen de su “monopolio de la violencia
legitima”. ¿Alguien vio que el FMI haya alguna vez reclamado cortes en
el gasto militar y de la seguridad pública a los países latinoamericanos
que hace dos o tres décadas tuvieron que ejecutar los severos planes de
austeridad que exigía el Consenso de Washington? No, eso jamás sucedió.
Más bien al contrario, la experiencia muestra que con los planes de
austeridad aumentó la resistencia popular y se disparó tanto la
represión como el gasto en la “seguridad pública”.

Las cifras del Instituto de Investigaciones sobre la Paz Internacional
de Estocolmo (Sipri, en inglés) muestran que en el 2011 los 27 países
miembros de la UE gastaron 281 mil millones de dólares estadounidenses
en el rubro de “Defensa”, apenas ocho mil millones menos que en el 2008,
lo que coincide con las cifras del organismo de la UE que se ocupa de
las estadísticas, Eurostat, que sitúa en 1.6 por ciento del PIB el gasto
destinado a la Defensa por parte de los países miembros entre el 2002 y
el 2010 (3)

Pero en el capitulo de la “seguridad pública”, es decir en las fuerzas
policiales, prisiones y organismos judiciales para “mantener el orden”,
el gasto de los países de la UE pasó de 1.8 por ciento en 2002 a 1.9 por
ciento en 2010, y probablemente aumentó en el 2011 si tenemos en cuenta
que los cortes en el gasto estatal en muchos países de la UE, para
reducir los déficits públicos, no afectan al gasto militar ni tampoco al
de la “seguridad pública”.

Todo esto para recordar que las políticas de austeridad que están
aplicando los gobiernos de la UE bajo el dictado de la oligarquía
financiera, causantes del empobrecimiento masivo, el desempleo y la
miseria de millones de europeos, tienen necesariamente que venir
acompañadas de políticas represivas, y a veces de golpes de Estado y
dictaduras cuando se trata o se trataba de países latinoamericanos.

Cuando la oligarquía tiene el poder la democracia cesa de tener vigencia.

Ese uno por ciento, la oligarquía que domina el mundo, tiene temores. El
más grande es que los pueblos decidan despojarlos de su “riqueza
obscena”, como escribe el Blogger “masaccio” al señalar que según el
columnista Kenneth Rapoza, de la revista Forbes –la que leen los
oligarcas para saber en que lugar se encuentran entre los 500 más ricos
del mundo- lo que los ricos temen más es que “congresistas falderos” de
pronto empiecen a plasmar las demandas del electorado. O que “haya
violencia en las calles”, como escribe Robert Frank en la sección
Reporte sobre la Riqueza del diario Wall Street.

En el 2010, según el economista Emmanuel Saez de la Universidad de
California en Berkeley, los ricos estadounidenses, el uno por ciento de
la población, se apropió del 93 por ciento del aumento del ingreso, y
según un análisis de Peter Robinson de la agencia Bloomberg (2 de
octubre 2012) en el 2011 la brecha entre ricos y pobres en Estados
Unidos superó, en desigualdad en los ingresos, a las de Uganda y Kazajstán.

Y como los pueblos tienen en un momento dado la tendencia a protestar y
exigir cambios de política, como política de principio la oligarquía
exige que el Estado utilice su “monopolio de la violencia legítima”, o
sea que reprima cualquier manifestación de protesta o crítica al sistema.

A la vista está la muchas veces brutal represión policial contra los
manifestantes de Ocupemos Wall Street en Estados Unidos, o contra los
manifestantes en Grecia y España, por ejemplo. Y quienes hemos vivido la
realidad latinoamericana sabemos que no solamente la represión aumentará
a medida que se incremente la protesta social, sino que irá adquiriendo
todas las características de violencia y arbitrariedad que corresponden
a una dictadura, a la dictadura del capital financiero.

Las fuerzas democráticas europeas, aquellas que realmente se oponen a
esta oligarquía, deben estudiar lo que sucedió cuando el FMI –con el
apoyo de la oligarquía local y de los militares- obligó a ciertos países
latinoamericanos a llevar a cabo políticas de austeridad similares, o
quizás un poco más severas que las aplicadas actualmente en Grecia o España.

Oligarquía, austeridad y represión van unidas contra los pueblos. La
democracia y la protesta no tienen cabida en esa ecuación, esa es la
realidad hasta el momento en que masivamente los pueblos dicen ¡Basta! y
¡Que se vayan todos!

La Vèrdiere, Francia.

Notas:
1.- Página/12: Crónica de una muerte anunciada, por Bernardo Kilksberg,
Asesor Especial del Buró de Políticas para el Desarrollo del Programa de
Naciones Unidas para el Desarrollo
http://www.pagina12.com.ar/diario/contratapa/13-204754-2012-10-03.html
2.-
http://firedoglake.com/2012/09/30/a-glimpse-of-the-oligarchys-view-of-the-future-for-us-workers/
3.- http://euobserver.com/defence/115906

- Alberto Rabilotta es periodista argentino - canadiense.

URL de este artículo: http://www.alainet.org/active/58431

Mas informacion: http://alainet.org
RSS:  http://alainet.org/rss.phtml
Twitter: http://twitter.com/ALAIinfo

Te invitamos a sostener el trabajo de ALAI.
Contribuciones: http://alainet.org/donaciones.php

 
<< Início < Anterior 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 Próximo > Fim >>

Página 2 de 14